quinta-feira, 14 de maio de 2015

Processo de escrita - Nuno Ferreira



Partilho o processo de escrita do escritor Nuno Ferreira que admiro muito (podem ler o comentário ao livro aqui)

Espero que gostem e desde já agradeço ao amigo Nuno Ferreira a disponibilidade ;)

Edit: Já sabem que podem colocar questões ao escritor que acredito dentro das suas disponibilidades virá responder :)



Sobre o processo de escrita…

É algo que me acontece naturalmente. Eu não sou um autor que gosta de viajar ao sabor do vento, deixando a própria história e os personagens decidirem o seu rumo. Se o faço, corro o sério risco de me perder pelo caminho. Gosto de ir definindo mentalmente o trilho que a minha história vai tomar, sou disciplinado e metódico comigo mesmo, e isso, de certo modo, faz-me sentir um autor responsável para comigo e para com os meus leitores.

Ainda assim acho que uma história não pode ser uma prisão para o escritor, e será um grande sacrifício para ele próprio traçar milimetricamente tudo o que vai acontecer durante a história. Eu permito-me a algumas liberdades, principalmente dentro de cada capítulo. Penso para mim próprio que o capítulo x tem de ter aquele acontecimento, mas o processo até lá chegar, ou as nuances que envolvem esse evento, são pura liberdade, espontaneidade, até porque é através dessa liberdade e espontaneidade que se faz magia. É quando o autor se vê livre de amarras que o seu talento extravasa, que as suas pinceladas ganham brilho. No meu trabalho com o mundo de Zallar, tento sempre caminhar de mãos dadas com o planeamento e a liberdade artística. Nem sempre é fácil conciliar os dois, mas com uma boa disciplina de trabalho, é algo que até dá gozo fazer. Pessoalmente, perco a motivação naquilo que estou a escrever, se não tiver já pensado o seguimento a dar à história; preciso estar convencido que algo vai resultar para apostar realmente nisso.

O mundo de Zallar não foi exatamente o que eu esperava inicialmente, mas posso dizer que foi essa liberdade artística, aliada a uma maturidade literária que recebi das minhas leituras, que transformaram esse mundo naquilo que ele é hoje, mas as influências para esta história provêm de todo o meu histórico de paixões. Desde as bandas desenhadas (Marvel, DC, Dragon Ball, The Walking Dead), aos filmes bíblicos dos anos 70 e 80, o meu mundo bebeu de variadas influências, mas para a sua construção geográfica, cultural e ideológica, foi às enciclopédias que fui tecer Zallar. A História do nosso Planeta Terra é a principal inspiração para as Histórias Vermelhas de Zallar. À medida que o processo de escrita vai avançando, tenho cada vez mais a certeza que Zallar ganhou identidade própria, e essa identidade própria não renega as ideias que tenho para ele, o que o transforma num filho (um pouquinho violento), mas muito obediente.  

50 comentários:

  1. Viva Nuno,

    bem gostei bastante da tua participação até porque como sabes sou grande admirador do "universo" que criaste e com muita expetativa para o que ai vem. Acredito que grande parte dos escritores quando escrevem um livro, ou uma saga já tenham na cabeça uma ideia do que pretendem mas claro o processo de lá chegar é que deve ser mais complicado :D

    Aproveito e pergunto se já existem novidades para a publicação do segundo volume e se tiveste algum apoio da parte da Editora, isto é se algum Editor te ajudou.

    Abraço e obrigado pela disponibilidade, tenho a certeza que será uma mais valia para o blog ;)

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    1. É com gosto que participo no teu blogue, sabes disso :D
      Quanto à pergunta em relação ao segundo volume, não será lançado antes de Outubro, mas já tenho apalavrado com a Chiado a publicação do mesmo. Quando eu der luz verde, começam os trabalhos. Não sei a que género de apoio te referes. A revisão é da minha responsabilidade, o resto é com a Editora. :D

      Abraço, estou sempre ao dispôr.

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    2. Ai fico contente ainda bem que gostas :D

      Já fico muito contente, é um excelente sinal. Quanto ao apoio de um editor é o normal, mas sendo a Chiado é pagar e eles publicam o que quanto a mim é mau, pois não se filtra o que realmente é bom ;)

      Já agora esclarece a malta, quantos livros vão ser e quantos já tens escritos ? :D

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    3. :D

      Em princípio 5, nunca mais do que isso. Estou a escrever o 4.ª ;)

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  2. Nuno Ferreira, gostei do teu depoimento. Percebo muito bem o teu processo de escrita e explica-lo muito bem. Parabéns, Fiacha pela continuação desta rúbrica. Julgo que vai ser do agrado dos teus seguidores, e que te vai trazer novos leitores ao blogue. Abraço aos dois.

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    1. Viva Emilio Miranda,

      Foste o pai da criança e como pudeste constatar os seguidores do blog gostaram da ideia, logo tinha que arranjar maneira de os agradar, bem merecem :)

      Espero conseguir partilhar mais uns quantos vamos ver :D

      Grande abraço e como vez Vila Nova da Barquinha em força a ser aqui divulgado :D

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    2. Olá, Emílio.
      Obrigado pelo comentário. Também acho que esta rubrica está bem pensada e há por aí muitos autores bem capazes de vir aqui dar umas palavrinhas :D

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    3. Muito bom, rapazes :) Abraços e é continuar. (Nuno, tens de procurar outra editora: quem sabe a Marcador. Já pensaste nisso?)

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    4. O contrato com a Chiado é de 3 anos. Eu neste momento não consigo estar 3 anos sem publicar nada (e os fãs de Zallar matavam-me) :D Tenciono publicar esta saga na Chiado e depois faço uma pausa sabática. O principal problema da Chiado nem é o investimento, que com apresentações é recuperado; é mesmo a falta de divulgação. É uma editora queimada no mundo comercial. Mas também estou no ínicio, o meu trabalho de divulgação vai-me dando alguns pequenos frutos e o meu objetivo actual é publicar a saga. Sei que ela tem qualidade e quando ela estiver terminada quero respirar e pensar em outros voos.

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    5. Olha no que me toca se for para o teu bem não tinha problemas em esperar esse tempo, penso que estarias muito melhor numa editora como a Marcador, mas pronto.

      Quanto ao divulgar já sabes, no que poder é só dizer :D

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    6. Com uma Editora, coisa que a Chiado não é, mas esse é um assunto que eventualmente ainda levarás algum tempo a perceber, Nuno. Escuta o Fiacha. Abraço.

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    7. Eu até percebo, Emílio. Mas não me parece que outra editora pegue numa saga a meio, e mesmo que o faça, não vou ter livros de uma mesma série com encadernação e formato diferente. Não foi inteligente da minha parte ter optado por publicar na Chiado, admito o erro. Mas não sou pessoa de chorar pelo leite derramado, e por vezes até sou teimoso demais, mas se defini que quero ter a minha saga completa publicada, é isso que vai acontecer. Se tomei uma decisão, tenho de arcar com as consequências. Neste momento, publicar pela Chiado só me traz a desvantagem da pouca divulgação, mas também é verdade que a melhor divulgação é o boca a boca e vou-me esforçar por ser eficiente nesse sentido e a blogosfera/redes sociais são os meus melhores aliados para esse efeito.
      Não estou de qualquer modo a virar as costas a esse conselho, e estou sempre aberto a que me dêm os melhores, sou um novato nestas andanças, mas eu tenho de ter em conta muitos factores, não é assim tão simples.
      Abraço :)

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  3. Boas Nuno,

    Bem, nunca pensei que as influências históricas de Zallar fossem beber ao mundo da Marvel, da DC, ou do Dragon Ball, é curioso ficar com essa informação xD.
    Bem a pergunta que coloco é: em que ano crês que irás ter a tua obra toda publicada?

    Abraços

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    1. Olá Luís :)

      Como podes ler no texto, não foram as influências históricas, mais alguns personagens. O Aggert tem algo de Wolverine, o Hymadher algo de Son Goku e o Uw-Abblard... humm não te lembra um Vegeta em versão infantil? :D Apenas alguns exemplos. Mas são personagens que têm muitas outras nuances e traços, senão seriam simples cópias e não é isso, de todo, o que eu pretendo.

      Abraço. :)

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  4. Olá Nuno
    Gostei de ler sobre o teu processo de escrita.
    Na minha opinião tudo aquilo que referes, reflete-se na tua escrita. Nota-se que és uma pessoa metódica e que tens tudo mais ou menos planeado, porque pormenorizas bastante certos pormenores com uma agilidade muito própria de que planeou e pensou muito bem.
    é uma opção e realmente escreve-se de acordo com a nossa personalidade.
    Não acho mal, espero não ser interpretada erradamente, no entanto acho, opinião muito pessoal que tem a ver comigo mesma, que por vezes um laivo de espontaneidade dá um certo toque de magia e subtileza ao texto narrativo :P (acho que já te disse isto eh eh ) deixa a nossa imaginação voar dentro do próprio mundo criado por ti .
    Mas é claro que o teu mundo ainda tem muito para nos mostrar e para nos cativar (os vultos negros, por exemplo... que sabemos deles :P )

    beijinhos e parabéns Fiacha por mais uma divulgação

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    1. Olá, São. Tu já conheces melhor do que muitos o mundo de Zallar e podes falar por experiência de leitura. Mas, como eu digo no texto, se eu não deixasse a imaginação voar, ia ser uma seca :P Eu sou bastante criativo na hora de escrever um capítulo, nesses momentos, a "imaginação voa", mas claro que o capítulo tem de responder à minha exigência, àquilo que eu quero que ali aconteça. Se não fosse assim arriscava-me a ter um mundo tão amplo que nem 10 volumes chegavam para concluir o livro :)

      Mas obrigado pela opinião :D
      Ai os Vultos Negros :P

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    2. Ois Caminhante,

      Ora essa os seguidores bem merecem e penso ser uma mais valia para o blog este tipo de mensagem :)

      E embora concorde com o teu comentário nota-se que criatividade não falta e ainda há muito por desvendar, não só os vultos negros :D

      Bjs

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    3. Fiacha
      Criatividade não falta de certeza, senão como surgiria um mundo imenso como Zallar ??? Penso que o Nuno tem muitissimo de criativo e articula essa criatividade com inteligência, sem qualquer dúvida.

      Nuno
      tens razão quando referes que nem 10 volumes chegariam, ... mas aproveita os voos de vez em quando e não te prendas com tantos pormenores, nós também temos de "voar" e imaginar a cena, imaginar as roupas, imaginar o cenário em que eles se encontram, sem que descrevas a própria a textura aspera e rude do tecido de serapilheira que envolve os cantaros bafientos, frios e escuros de textura rugosa de cor castanho tipica de um barro feito pelos melhores oleiros das Terras Pardas .... :D

      mas opiniões, são opiniões ... :) e com a minha, não quero de forma nenhuma tirar qualquer gãozinho de areia ao potencial e ao valor do Nuno.
      Zallar é um mundo fantástico e temos muito para descobrir ..
      Os vultos negros... confesso ... que seduzem bastante o meu lado mais negro, eh eh eh :D

      beijinhos

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    4. Ahahah Fica registada a tua opinião, mas eu gosto mesmo que descrever essas partes, sorry :P Mas eu aproveito os voos. :D
      Obrigado :D

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    5. :D não tens de pedir desculpas, nós somos mesmo assim, seres humanos com diferentes gostos e diferentes pontos de vista e é isso que nos torna interessantes :D

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  5. Olá rapazes :)
    Nuno também não fazia ideia que o Dragon Ball tivesse influenciado na tua escrita ( eu também gostava). Fosse lá onde fosse que te inspiras-te acho que criaste um mundo muito bem estruturado e personagens cativantes. Me gusta mucho :)
    Parabéns por todo o trabalho e já sabes estou a aguardar impaciente pelo próximo volume.
    Beijinhos aos dois.
    (Luísa Bernardino )

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    1. Obrigado pelo comentário Luísa :D
      Olha, para além do que escrevi no comentário do Luís, também me inspirei muito no Dragon Ball para os cenários áridos e de montanha, a erva mágica que tem propriedades (uiui) foi pensada um pouco no feijão mágico do Dragon Ball, entre outros pequenos pormenores. Mas como foram tantas as fontes de inspiração é normal que muita coisa passe ao lado do leitor. Zallar ganhou vida própria :D
      Espero que o segundo volume não te desiluda.
      Beijinho grande.

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  6. Ois Lince,

    Ainda bem que gostaste e estou contigo venha lá o próximo livro :D

    bjs

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  7. Olá Nuno e Fiacha :)

    Antes de mais os meus parabéns ao Fiacha por esta rubrica. ;)

    Quanto ao processo de escrita do Nuno gostei bastante de o conhecer. Acredito que tendo em conta o número de volumes que compõem a tua saga a forma como pensas e constróis a história é uma mais-valia.

    “É quando o autor se vê livre de amarras que o seu talento extravasa, que as suas pinceladas ganham brilho.” – Com esta frase disseste tudo.

    bjinhos!

    PS: Por falar em Dragon Ball vai voltar com novos episódios.

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    1. Ois Susana,

      Ainda bem que gostaste, conto um dia partilhar o teu processo de escrita também :D

      Bjs

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    2. Obrigado pela tua opinião, Susana. Quero ler o teu processo de escrita um dia destes :P
      Quero ver se consigo acompanhar os novos episódios, eu era super fã :)
      Beijinho

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  8. Respostas
    1. Ois Cata,

      Ainda bem que gostaste ;)

      bjs

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    2. Obrigado, Catarina.
      Beijinho :)

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  9. Olá!

    Gosto sempre de perceber como funciona o processo criativo dos escritores, como criaram as suas histórias. Acredito que deve ser vir muito dos livros que lemos também. A leitura anda de mão dada com a escrita. Na minha opinião, claro :)

    Gostei muito.

    Beijinhos e boas leituras

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    1. Em parte, sem dúvida, Isaura.

      Beijinho

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    2. Ois Isaura,

      Ainda bem que gostaste, a ver se consigo partilhar mais um ou outro processo de escrita :D

      Bjs e boas leituras

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  10. Olá!

    Gostei muito de ler o teu post. Está extremamente conciso e diz tudo o que é preciso para se compreender como é o teu processo de escrita. E parece-me um processo bastante interessante! Com boas bases, bons contextos. Um mundo que se constrói de raiz necessita de um bom substrato, de uma camada geológica bastante forte para se aguentar e dar frutos e o que fazes parece-me o ideal para que tal aconteça. Os meus parabéns! =)

    É sempre um prazer poder ler estes escritos de autores. Dá uma sensação de proximidade com o autor que por vezes não se sente quando se lê autores "desconhecidos" (que não contactam com o público).

    E também o meu obrigada ao Fiacha, por, mais uma vez, permitir posts deste género, de divulgação, partilha e espaço de troca de ideias. O teu blog é, sem dúvida, uma mais valia para todos nós =)

    Beijinhos e boas leituras!

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    1. Ois Lamora,

      Fico contente que tenhas gostado, nada me dá mais prazer e bolas obrigado pelas palavras, sempre motivadoras para seguirmos em frente ;)

      Tens que ler o livro, vai por mim e sei que o tens contigo :D

      Bjs e boas leituras

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    2. Olá! Obrigado pelas palavras. E estou como o Fiacha, quero esse livro lido :D :D
      Beijinho e boas leituras

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  11. Olá,
    Adoro esta nova rubrica. Espero que seja para continuar porque temos excelentes autores portugueses e merecem serem divulgados.
    Infelizmente ainda não li o livro mas gostei muito de ler sobre o processo de escrita do autor.
    Beijinhos

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    1. Ois,

      Pois publico os que conheço e tenho lido, mas acredito que existam muitos mais com talento e que mereciam ser divulgados.

      Tens que ler, se tivesses parceria com a Chiado...Seja como for fico contente que tenhas gostado :D

      Bjs

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    2. Obrigado, Tânia :D

      Também acho que a rubrica deve ser para continuar. Tens por aqui muitos bons autores: Susana Almeida, Carla M. Soares, Manuel Alves, João Barreiros...

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    3. Sim, infelizmente não tenho nenhuma parceria. Tenho que começar a pensar nisso mais a sério.

      Nomeaste bons autores mas esqueceste do Nuno Ferreira lol ;)

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    4. Aposta sim que tens consegues e bem mereces ;)

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  12. Mais um excelente post, que nos faz conhecer melhor o Nuno e o sue método de trabalho, mas também perceber melhor as origens, a riqueza e as particularidades do mundo de Zallar.
    Parabéns ao autor por ter construído um mundo tão interessante, e obrigada por partilhar connosco a criação desse mundo. :)

    E parabéns ao Fiacha, por mais esta possibilidade.
    Para mim é daquele tipo de textos que me dá sempre prazer em ler. :)

    Boas leituras para todos, e bom trabalho para alguns, para termos essas mesmas boas leituras ;)

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    1. Ois amiga Stark,

      Ainda bem que gostaste este é daqueles post que não dá muito trabalho, são os escritores que o tem que fazer eheheh :D

      Bjs

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    2. Obrigado, Paula :)
      É um prazer para mim partilhar este acto tão solitário que é escrever, e este convite só me faz sentir que estão interessados no meu trabalho, o que é ótimo. :D

      Beijinho e continua a acompanhar o caótico mundo de Zallar :P

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  13. Olá Fiacha :)

    É muito bom conhecer o testemunho do Nuno, que ainda para mais é um autor tão acarinhado na nossa pequena comunidade livrólica. O processo de escrita deve ser uma coisa tão íntima para um escritor, que cada um tem o seu método. E como já te disse, parece-me uma excelente ideia partilhares aqui o diferente testemunho dos autores que por aqui passam. E só com dois post já ficamos com dois processos criativos muito diferentes.

    Nuno:

    Quem leu o Espada que Sangra já está um bocadinho familiarizado com o teu trabalho. Penso que se nota ao longo do livro o balanço entre a liberdade artística e a disciplina com que a história foi criada. Mas penso que seria interessante podermos ler um dia destes, alguma coisa escrita por ti em que te percas apenas na liberdade artística, sem que penses muito no rumo da história. Um conto, por exemplo. Para quem gosta do teu trabalho, assim como eu, seria muito interessante. Fica o desafio!

    beijinhos

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  14. Olá Sofia! :)

    Obrigado pelo comentário. Desafio registado. :P
    Vou pensar no teu caso eheh
    Beijinho :D

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    1. Ois Sofia,

      Fico contente que tenhas gostado e sem duvida que o amigo Nuno é um escritor especial, bem merece esta divulgação e claro deu um excelente contributo :D

      Bjs e obrigado pela visita :)

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  15. Oi Fiacha!!

    Eh pah, ando tão entretida com o Nuno Ferreira que nem me apercebi que tinhas uma rubrica nova, tenho de por os comentários em dia. :P

    É sempre interessante conhecer como os autores pensam e escrevem os seu livros.

    Adorei a ideia da Sofia, também gostava de ler algo do Nuno diferente. Ele sabe que sou um pouquinho critica e tenho a mania de opinar sobre tudo, teve uma paciência enorme quando li o livro e ia comentando com ele. Acho que ele gosta de saber o que pensamos, mesmo que não concorde é bom ter esse retorno.

    beijinho para todos

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    1. É mesmo isso, gosto de saber as opiniões. :p eu tenho vários contos escritos em que dei asas à minha imaginação. Não sei se os chegaram a ler alguma vez. :-)

      Beijinho

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    2. Ois Catia,

      Fazes muito bem em entreter-te ehehe, o importante e vires aparecendo, sempre uma mais valia os teus comentários e que me deixam motivado ;)

      Fico contente que tenhas gostado, espero partilhar mais :D

      Bjs

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