quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Letras Escarlates - 1º volume serie os "Outros" de Anne Bishop




Sinopse

Letras Escarlates não é só o melhor livro de fantasia urbana do ano, é provavelmente um dos melhores de sempre. 


Ninguém tem a capacidade de criar novos mundos como Anne Bishop, autora bestseller do The New York Times. Nesta nova série somos transportados para um mundo habitado pelos Outros, seres sobrenaturais que dominam a Terra e cujas presas prediletas são os humanos. 

Meg é uma profetisa de sangue. Sempre que a sua pele é cortada, ela tem uma visão do futuro – um dom que mais lhe parece uma maldição. O Controlador de Meg mantém-na aprisionada de forma a ter acesso total às suas visões. Quando finalmente ela consegue escapar, o único sítio seguro para se esconder é no Pátio de Lakeside – uma zona controlada pelos Outros.

O metamorfo Simon Wolfgard sente alguma relutância em contratar a estranha que lhe pede trabalho. Sente que ela esconde algo e, para além disso, ela não lhe cheira a uma presa humana. Algo no seu íntimo leva-o a contratá-la, mas ao descobrir quem a jovem realmente é e que o governo a procura, ele terá de tomar uma decisão. Será que proteger Meg é mais importante do que evitar o confronto que se avizinha entre humanos e Outros?


Críticas
"Letras Escarlates não é só o melhor livro de fantasia urbana do ano, é provavelmente um dos melhores de sempre."
–All Things Urban Fantasy


Opinião:

Tinha curiosidade em voltar a ler livros da Anne Bishop pois gostei bastante da trilogia “Jóias Negras” e se é verdade que o enredo apresentado não é tão complexo, sem dúvida que a escritora é uma excelente criadora de universos. 

Neste primeiro volume acabamos por ser enquadrados no seu novo mundo, são-nos apresentadas as personagens principais do enredo e, no fundo, funciona como uma introdução para o que ai vem. Como já referi não sendo um universo tão complexo proporciona uma leitura interessante e que seguramente agradará bastante aos admiradores da escritora. 

Não quero estar a comentar muito mais para não fazer nenhum spoiler. Mas resumidamente é um livro que apresenta personagens bem interessantes, em especial Tess que é, sem dúvida, um excelente mistério e acredito que Meg ainda será muito bem explorada nos livros seguintes. 

Uma leitura mais para um público juvenil, mas que se proporciona agradável para outros leitores, espero ainda mais violência nos livros seguintes que acredito tornará a leitura desta saga bem mais "envolvente". 

Pode não ser já de imediato, mas vou regressar em breve a este universo.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

"Jardins da Lua" de Steven Erikson




Sinopse:



O primeiro volume de uma obra-prima que revolucionou a fantasia Épica 


Quebrado pela guerra, o vasto império Malazano ferve de descontentamento. Os Queimadores de Pontes do Sargento Whiskeyjack e Tattersail, a feiticeira sobrevivente, nada mais desejam do que chorar os mortos do cerco de Pale. Mas Darujhistan, a última das Cidades Livres, ainda resiste perante a ambição sem limites da Imperatriz Laseen.
Todavia, parece que o Império não está sozinho neste grande jogo. Sinistras forças das trevas estão a ser reunidas à medida que os próprios deuses se preparam para entrar na contenda…
Concebido e escrito a uma escala panorâmica, Jardins da Lua é uma fantasia épica da mais elevada qualidade, uma aventura cativante da autoria de uma excecional nova voz.


Opinião:

Seguramente o melhor livro que li este ano, mais a mais escrito no género literário que mais gosto, a fantasia, e estamos apenas no inicio de uma obra que tem dez livros publicados, estamos a ver apenas uma pequena parte do que ainda está para vir e o que nos foi apresentado já é muito bom.

Só posso dar os meus mais sinceros parabéns pela coragem de publicar esta obra gigantesca. Já li muitas obras publicadas na SDE mas este escritor está seguramente no topo das minhas preferências com George Martin, Scott Lynch e Robin Hobb por exemplo.

Tem tudo o que gosto de ler, uma escrita de tirar o fôlego e que nos envolve de forma a que ficamos viciados, um enredo muito bem desenvolvido e que se percebe ainda tem muito por ser explorado e personagens, sejam elas principais ou secundárias, muito bem desenvolvidas.

Muitas vezes sou crítico aos elementos de fantasia apresentados nos livros, pois tiram um pouco de veracidade à história ou acabam por ser mal aplicados, não acrescentando mais valias ao enredo, mas aqui a fantasia é muito bem explorada e apresentada, de forma muito criativa. Foi sem duvida um dos trunfos, como por exemplo o sistema de magia existente e nunca pensei gostar de um livro onde deuses interferem no decorrer da ação, gostei.

Não vou estar a desenvolver muito mais até porque se trata do primeiro volume e haverá tempo para aprofundar mais mas sem duvida que é uma saga que recomendo a todos sem reservas, em especial aos amantes de fantasia, só desejo que faça muito sucesso e que os livros seguintes não demorem a ser publicados.

sábado, 17 de dezembro de 2016

Os Hóspedes de Sarah Waters



  
1922. Londres vive dias de tensão.


Numa casa de gente bem-nascida, no sul da cidade, cujos habitantes ainda não recuperaram das perdas devastadoras da Primeira Guerra Mundial, a vida está prestes a modificar-se.
A senhora Wray, e a sua filha Frances – uma mulher com um passado interessante a caminho de se tornar uma solteirona – vêem-se obrigadas a alugar quartos. 

A chegada de Lilian e Leonard Barber, um jovem casal da «classe média», traz uma série de perturbações: a música do gramofone, o colorido, o divertimento. As portas abertas permitem a Frances conhecer os hábitos dos recém-chegados. 

À medida que ela e Lilian são empurradas para uma amizade inesperada, as lealdades começam a mudar. Confessam-se segredos e admitem-se desejos perigosos; a mais vulgar das vidas pode explodir de paixão e drama.

A autora de Afinidade e Falsas Aparências, entre outros, surpreende-nos, uma vez mais, com esta história de amor que é também a história de um crime.

Esta é Sarah Waters no seu melhor: tensão permanente, ternura verdadeira, personagens autênticos e surpresas constantes.


LIVRO DO ANO – Sunday Times


Opinião:

Mais uma agradável descoberta no catalogo de escritores da Editora Bizâncio, foi o primeiro livro que li da escritora e gostei muito, pois é uma leitura repleta de tensão e à medida que vamos avançando, descobrindo mistérios, revelações que vão acontecendo que nos acabam por surpreender, ficando cada vez mais presos.

Gostei muito da forma como o enredo foi desenvolvido, com um ritmo lento mas que nos ajudam a compreender melhor as personagens, mas que aumenta com o avançar do livro havendo um momento marcante que faz com que o livro mude totalmente deixando-nos completamente suspensos com o desenvolvimento que a trama irá ter.

Resumindo um livro bem escrito, com um excelente enredo, personagens que nos cativam e bem exploradas, acabando por nos fazer sofrer pelo que lhes irá acontecer existindo um constante suspense em saber qual o seu destino.

Um romance que não se fica indiferente, mais que recomendado e que vale bem a pena ler, não tenham duvidas que o dinheiro investido será bem aplicado.

Seguramente que irei ler mais livros desta escritora, fiquei fã e claro permitiu-me variar as minhas leituras mais uma vez.


domingo, 6 de novembro de 2016

Opinião - As Primeiras Quinze Vidas de Harry August de Claire North


Quando o meu bom amigo Fiacha disse que iria ler "As Primeiras Quinze Vidas de Harry August" da escritora Claire North eu achei que era a desculpa perfeita (e sim às vezes precisamos de uma boa desculpa) para também eu ler e assim darmos (quase ao mesmo tempo) a opinião sobre o mesmo livro.


"As Primeiras Quinze Vidas de Harry August" da escritora Claire North é um daqueles livros deliciosamente estranhos O título diz ao que vem e não é uma metáfora qualquer sobre uma vida parecer muitas, não, aqui vamos mesmo conhecer um tipo que vive (pelo menos) quinze vidas e o seu nome é August, Harry August (não consegui evitar a piada e além disso numa das suas vidas ele foi um agente secreto, portanto estava mesmo a pedi-las). O Harry faz parte de uma raça (acho que podemos pensar assim) de pessoas, os Kalachakras ou Ouroborianos, que quando morrem renascem novamente para a mesma vida, mas com as memórias das suas vidas anteriores intactas. O conceito não é propriamente novo, mas a maneira como a Claire North (um do pseudónimos de Catherine Webb) trata o assunto é realmente de louvar.
A narrativa é feita na primeira pessoa pela voz do Harry August e é ele que nos vai guiar pelos prazeres e dissabores, porque isto de viver muitas vidas não é só pontos positivos em especial para quem nasceu em mil novecentos e dezanove (como o galo), de quem retorna ao ponto de partida de cada vez que morre. Só isto seria só por si suficiente para termos um livro interessante, mas a sua autora vai um passo mais longe e junta um vilão ou será um antagonista, ou outro adjectivo que me falta? O facto de não ter a certeza (muito longe disso) de qual o melhor termo para descrevo-lo já diz muito sobre a complexidade da história o que eleva este livro a um patamar ainda maior. Só para vos dar uma ideia desta complexidade quando começam a ler o livro não dão por isso. Confusos? Pois eu também fiquei. Percebo agora, mas foi preciso ter chegado ao fim, mesmo ao fim, do livro para perceber. É Ouroboros a serpente que morde a própria cauda (sim sim, aqui o menino saber consultar a Wikipedia).

Como podem já ter lido na contra capa ou no site da Saída de Emergência tudo começa "aquando da sua décima primeira morte, com a visita de uma menina que lhe traz uma mensagem: o fim do mundo aproxima-se". Pessoalmente acho que este evento é mais um catalisador do que o começo, mas também não vou ser picuinhas. Ora isto só poder estar a acontecer porque um Kalachakra se está a portar muito mal e anda a alterar o normal desenvolvimento da história e como vamos descobrir existem precedentes do quanto isto pode ser perigoso. Não vou e nem quero estar aqui a estragar-vos a história revelando alguns dos pontos de interesse da mesma. Será suficiente dizer que esta foi uma leitura que me deu muito gosto. Tanto assim foi que para mais rapidamente avançar (e também para vencer o Fiacha...) li em português (e em formato fisico) em casa, e fora de casa em inglês em formato digital no telemóvel, aproveitando assim todos os momentos possíveis. 


Para não dizerem que só disse bem do livro aqui fica uma "coisa" que eu acho que irá "afastar" alguns leitores: as divagações de Harry August. A narrativa não é exactamente linear, bem mais ou menos. Começamos no ponto A e terminamos no ponto Z, mas para lá chegar andamos um bocadinho aos saltos, ao sabor das marés da memória do Harry. Tudo fará sentido, mas sabendo que muitos leitores não gostam deste tipo de "artimanhas" narrativas deixo já o aviso. Apesar de pessoalmente gostar deste tipo de "truque" narrativo, achei que existiram momentos em que eles não eram necessários. Apesar de enriquecerem a história, no seu todo travam o embalo da narrativa, como se fossemos num carro que alterna a aceleração com travagem bruscas para irmos devagar (esta analogia não me saiu bem, mas vocês perceberam).


E agora um pequeno apontamento sobre as edições. Ao contrário da edição "oficial"  da Saída de Emergência e que é a edição do Fiacha (e da qual podem ver a capa logo no topo deste texto) a minha edição foi integrada na colecção Admiráveis Mundos da Ficção Científica fruto de uma parceria entre a SdE e o jornal Público e que foi publicada em Abril deste ano, e aquando da saida, este livro era o único inédito da colecção. Para além de uma capa diferente esta edição conta ainda com um magnifico prefácio da Inês Botelho e um posfácio do Nuno Galopim que, a julgar pelo excerto no site da Saída de Emergência, também está presente na edição "oficial" o que é uma mais valia.

Em jeito de conclusão este é um extraordinário livro e que merece sem sombra de dúvida a vossa atenção e tem o selo de aprovação do João Barreiros. Dúvidas? Não há nem pode haver.



quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Brandon Sanderson em Portugal



Mais uma grande iniciativa da Editora SDE ao trazer a Portugal o autor da serie Mistorbn - Nascidos das Brumas, uma serie que gostei bastante e que recomendo.

Espero que corra tudo bem e que seja um sinal que a editora possa publicar mais livros do escritor.

domingo, 16 de outubro de 2016

"Os Venenos da Coroa" de Maurice Druon


Sinopse:

Apenas alguns meses depois da morte de Filipe, o Belo, os conflitos, as intrigas, os ódios e a luta pelo poder ameaçam submergir a França numa instabilidade devastadora. O legado de 3 décadas de eficácia administrativa, económica e política escapou-se como água por entre as mãos de Luís X, que permitiu que a confrontação entre ministros burgueses e nobres conservadores se saldasse pela perda do domínio das províncias.

Estava-se no verão de 1315. De acordo com o cognome por que é conhecido na corte, Luís, o Teimoso, começou a regência com a obsessão de se livrar da mulher, Margarida de Borgonha, e de sentar a seu lado uma nova rainha. Com Margarida assassinada e a bela princesa Clemência, da casa de Anjou-Sicília a caminho, vinda de Nápoles, para se tornar rainha de França, Luís X parece preparado para assumir a responsabilidade pelo seu reinado.

No entanto, num alarde de grandeza, próprio de quem tem o poder, mas não a capacidade de o conservar, o rei envolve-se numa guerra absurda contra o conde da Flandres, enquanto o seu povo morre de fome.

No Mediterrâneo, as tormentas mergulham os pensamentos da futura rainha Clemência nos mais negros presságios. O veneno volta a correr nas veias de França, e nada parece poder evitar que venha a ameaçar a Coroa.

Descubra Os Venenos da Coroa, o segundo volume da a saga de Os Reis Malditos que inspirou os livros de George R. R. Martin, autor de A Guerra dos Tronos.

Opinião:
Que grande leitura! Sério candidato a livro do ano. Sinceramente mais parecia que estava no universo de Westeros tal a semelhança na escrita e nos enredos criados por George Martin, apenas faltaram os elementos fantásticos e mesmo assim até se encontram aqui situações muito bem introduzidas como a previsão de que determinadas personagens vão morrer.

O livro está muito completo, com personagens muito cativantes, misteriosas e bem desenvolvidas. A escrita é fantástica, quem conhece o estilo de escrita de George Martin percebe o que quero dizer. Quanto ao enredo está repleto de guerras pelo poder, conspirações, escândalos, traições, reviravoltas, mas tudo escrito de uma forma que nos faz suspirar por saber mais a cada página que vai sendo lida. Se tudo isto é verdade, por outro lado, acabamos por perceber bem o que está em jogo pois o escritor vai fornecendo informações sem nunca tornar a leitura descritiva.

O livro foi muito bem encerrado, fecha-se um ciclo e abrem-se novas perspetivas, ficando o leitor com muita curiosidade por saber que rumo o escritor tomará, deixando em aberto vários caminhos e com a curiosidade de saber que papel terão ainda os Templários, os banqueiros Napolitanos, quem será o eleito para governar a coroa? Tenho mesmo que ficar por aqui para não efetuar nenhum spoiler.

Que os livros seguintes sejam publicados em breve. É do melhor que tenho lido a nível de Romance Histórico e uma coisa é certa: quem gosta de George Martin vai adorar este escritor. A não perder!

Mais que recomendado, de leitura obrigatória, mais uma grande aposta da Editora Marcador.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

"O Último Desejo" de Andrzej Sapkowski



Sinopse:

(...) uma perspetiva refrescante no género da fantasia." - Foundation 

O seu nome é Geralt de Rivia. Dizem que é um bruxo e um assassino sem misericórdia que vagueia pelo mundo à caça de monstros e predadores. Mas na verdade vive de acordo com o seu próprio código de conduta. A sua espada serve, em troca de uma recompensa, poderosos reis amaldiçoados, mas também os mais desfavorecidos.
Ao longo das suas viagens, Geralt encontra todo o tipo de criaturas – algumas saídas da mitologia eslava e dos contos populares dos irmãos Grimm – como vampiros e lobisomens, elfos, quimeras e estriges, trolls e génios que o tentam, satisfazendo todos os seus desejos.
Mas este é apenas o início das suas aventuras como viajante e feiticeiro que irá desafiar o destino num mundo em que criaturas de todas as raças coabitam numa paz precária prestes a despedaçar-se…


Criticas:

"Tal como China Miéville e Neil Gaiman, Sapkowski pega em velhos clichés e dá-lhes nova vida, oferecendo-nos uma perspetiva refrescante no género da fantasia."-Foundation

"Sapkowski tem um talento fenomenal para a narrativa e enredo, conseguindo criar uma atmosfera sugestiva e construir o suspense sem perder nunca o sentido de humor ligeiramente cínico e brilhante."-Jacek Sieradzki, Polityka

"Sapkowski é muito bom a criar personagens imaginativas e interessantes com níveis de profundidade raros... O Terceiro Desejo é um livro que entretém imenso com as suas histórias dominadas por melancolia e sentido de humor."-The Wertzone


"O universo do The Witcher é um dos mais detalhados e bem explorados na fantasia moderna, oferecendo inúmeras ideias ricas... As relações complexas entre as personagens enriquecem um universo já de si complexo."-B&N


"O Terceiro Desejo de Sapkowski é uma obra centrada no bruxo Geralt de Rivia - um feiticeiro pertencente a uma rara espécie que caça monstros e que é temido pelos inocentes. Combinando os mitos e folclore eslavo, belas princesas e demónios astutos, o autor oferece-nos uma leitura de grande deleite."-Waterstones


"É a sua experiência do mundo combinada com os seus poderes em batalha que tornam Geralt de Rivia numa personagem tão cativante."-Edge

Opinião:

Depois de partilhar esta sinopse e estas criticas vale a pena dizer mais alguma coisa ? 

Nunca pensei gostar tanto deste livro, do melhor que li publicado pela SDE neste género literário e como a editora publicou grandes obras de fantasia, parabéns por mais esta grande aposta.

Gostei muito quer a nível da escrita, que nos cativa e envolve de tal forma que estamos sempre desejosos de saber como cada aventura acaba, quer a nível de personagens (logo no primeiro conto é-nos feita uma boa descrição de quem é Geralt), tal a qualidade que nos é apresentada em cada conto e a forma como elas são desenvolvidas. A somar a tudo isto, é-nos oferecido um universo rico e muito variado.

Muitas vezes sou crítico aos elementos de fantasia apresentados nos livros, pois tiram um pouco de veracidade à história ou acabam por ser mal aplicados, não acrescentando mais valias ao enredo, mas aqui a fantasia é muito bem explorada e apresentada, de forma muito criativa. Foi sem duvida uma das mais valias do livro, mesmo não apresentando monstros muito diferentes do habitual.

Um livro que recomendo a todos sem reservas, em especial aos amantes de fantasia, só desejo que faça muito sucesso e que os livros seguintes não demorem a ser publicados.