quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Crónicas do Corvo - Pergaminho da Rainha

Mais uma vez, foi-me dada a honra de abrir o véu deste mundo que se desenrola diante dos nossos olhos. 
Fiacha, um continente fantástico que nos dá a conhecer personagens misteriosas, cheias de magia e encanto, bravos guerreiros, dragões negros e quantos mais seres místicos surgirão ? Todos comparecerão à chamada do Corvo?
A Guardiã do Tempo traz-nos novas desse mundo....



Crónicas do Corvo - Pergaminho da Rainha



Uma história nunca é somente uma história, são trechos de uma verdade, são manifestações de vivências, são sonhos criados, são utopias de coisas desejadas….

Uma história é, assim, uma passagem de um tempo que foi importante: para quem a viveu, para quem confortou, para quem escreve a sua presentemente. Porque das histórias sobram aprendizagens que são partilhadas num tempo sem prazo de caducidade, por aqueles que olham a vida com uma simplicidade complexa num mundo repleto de surpresas e conhecimentos infinitos por aprender. 

Esta história é a utopia de uma realidade, uma presença verdadeira que cria no seu mundo um determinado efeito ilusório, agradavelmente sentido e apreciado por quem acompanha. Eu sou a guardiã do tempo e do tempo guardo cada sopro da história, a história que cada membro deixa no Fiacha e que nele se cria e se transforma num lugar fantástico. Porque fazemos todos parte de um grande mundo, em que cada um, é uma peça que permite o equilíbrio, a sustentabilidade e harmonia de um todo.

O meu olhar estendeu-se pelas altas prateleiras numa das salas daquele grande castelo. O seu cheiro era combinado de mel e alecrim com um doce toque a flores do campo. Inspirei profundamente a doçura do aroma que me agradou e por isso escolhi o pergaminho a ler. Recostei-me agradavelmente numa cadeira balançante de frente a uma fogueira aconchegante e esperei. 

Um pergaminho agitou-se numa das prateleiras e desceu levemente como um presente precioso através de um vento rebelde e divertido numa sala repleta de letras voantes. A fita que mantém a firmeza do documento, desenrolou-se com cuidado e abriu-se. Nele, continha uma das tantas histórias do Fiacha que com um toque saudoso, as letras agitaram-se alegres por serem lidas e logo o pergaminho falou. Da sua magia mostrou Corvo Negro a ser levado para o interior de um volumoso livro e nele viu-se entrar no mundo de um membro do Fiacha.


O sol acordou cedo naquela manhã. Um presente agradável à demanda do anfitrião na sua viagem a fazer saber do encontro no seu salão acolhedor. A brisa era fresca e o tempo permitiu ver as paisagens do continente Fiacha, verdejantes, férteis e extensas no horizonte. Chegado à orla de uma floresta imensa, encontrou umas abelhas gigantes que cumprimentaram a chegada do Corvo Negro à sua especial floresta. As abelhas de corpo encantado, matizadas e ligeiras, perguntaram o motivo da presença do anfitrião, ao qual este respondeu:

Procuro um membro especial do meu salão,

é leitora e amiga,

carismática e generosa,

tem nome de realeza, desenha com excelência

e é calorosa.

Com os seus desenhos enriquece a sua casa

e aos leitores aquece o seu coração,

escolhe bem as suas leituras

e descreve-as na perfeição.


As abelhas entreolharam-se e esboçaram um grande sorriso. Conheciam bem a distinguida e, num voo divertido, logo encaminharam o Corvo Negro ao interior da floresta genuína e diversificada.

O Corvo Negro contemplou a beleza da floresta e mais se encantou com a mestria da sua estrutura. Notou que à medida que voava pelo seu interior, a paisagem mudava constantemente. Novos lugares apareciam insondavelmente à sua frente, levando-o a tomar outro caminho. A floresta achava-se cada vez mais colorida, completa, renovada e divertida. Paisagens vivas, que ainda não tinham lugar, circulavam pela floresta mexendo-se prodigiosamente. 

Ao som do vento conseguia ouvir a voz da sua amiga descrevendo as suas leituras, e as paisagens descreviam o conteúdo e saber das palavras que as construíram. Sobrevoou um rio que transbordou por baixo de si e viu uma cascata nascer por entre árvores altas e robustas, segurando uma parede de pedras tão brancas como as nuvens que adornavam o céu. Não havia melancolia naquele lugar, apenas harmonia e diversão. O Corvo Negro estava maravilhado.

À sua frente surgiu um monte que se revelou ser mais do que isso. Revelou ser um alto cogumelo vestido de heras e plantas bravas ornamentadas por maduras bagas. As abelhas sobrevoaram o cogumelo e uma entrada evidenciou-se algures no meio de todo aquele encanto. Segredaram divertidas o que a doçura da paisagem ocultava:

- É aqui a casa da Maria_queenfire, a nossa querida criadora!

O corvo negro agradeceu às amigas abelhas que lhe ofereceram um pouco de mel numa folha libertada. Entrou no cogumelo que sentindo a presença de alguém apressou-se direccionando-o ao seu interior. Lá dentro corriam pinturas belíssimas, umas expostas, outras circulando e trocando com tantas outras que entravam e saiam do cogumelo. E lá estava a Maria_queenfire, sentada num tronco de carvalho, desenhando, no seu sopro, uma imagem da natureza. Algures, naquela floresta, personificou-se a criação e tornou-se real. A seu lado, brincavam divertidos os seus fiéis amigos de quatro patas, Fitz e Moli, correndo atrás de uma pintura viva de borboletas e estranhas cigarras. Ao ver o sublime Corvo naquelas paragens Fitz e Moli acorreram latindo querendo brincar. A Maria_queenfire levantou-se e, na sua fronte, desenhou a imagem do corvo negro que se surgiu sublime numa gravura que encetou a percorrer o corredor do cogumelo. 

O Corvo Negro e a sua amiga Maria_queenfire, sorriram alegres pelo reencontro e num bater de asas mágico, o membro do Fiacha fechou os olhos sussurrando palavras que lhe saiam do coração e aos poucos uma imagem foi-se tornando nítida e pouco depois apareceu no salão junto da Raposa e do Dragão Negro. O pergaminho-convite com o seu nome voou até à luz das velas e foi devorado. Um membro já chegara ao grande salão. Os seus fiéis Fitz e Moli divertiram-se a correr atrás da Raposa e o Dragão Negro lá os entreteve com as figuras vivas das velas acesas perto das janelas. 

Maria_queenfire ria em melosas gargalhadas e presenteou o castelo com uma grande tela do salão do corvo negro.





Guardiã do Tempo

46 comentários:

  1. WOW,

    completamente deslumbrado, que história tão bem contada, que tributo à amizade que sinto na verdade pela Maria Rita e tem Fitz e Moli em versão lobinhos na história e tudo e que tanto nos maravilharam durante tantas horas.

    Espero que ela goste e sem duvida que a Maria Rita é uma desenhadora excelente, tem pormenores fantásticos.

    Muito obrigado pela partilha desta história amiga Guardiã do Tempo, fizeste com que tenha um dia melhor :)

    Bjs

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  2. Concordo com o Fiacha, estou sem palavras! *.*
    Está tão bem escrito... Conseguimos mesmo visualizar esta original história através das palavras e dos seus detalhes e adorei a forma como integraste as personagens pelas quais a Maria sente carinho...
    Mal posso esperar pelo próximo excerto! :D

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    1. Viva José,

      Compreendo, agora que reli melhor o texto está FANTÁSTICO, sem duvida, mais do que esperava, mesmo ;)

      Levantas uma boa questão, terá continuação ? Não sei, isso está nos pergaminhos e na cabeça da Guardiã do Tempo no entanto são tantas as aventuras quem sabe um tal de José não será um dia contemplado ;)

      Mas sem duvida que pede mais :D

      Abraço e ainda bem que gostaste ;)

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    1. Olá,

      Sem duvida, já estive a reler e sem duvida a nossa Guardiã do Tempo, excedeu-se, curioso para ver o da Catarina Abreu e a sua amiga Jojo, promete ehehehe

      Ainda bem que gostaste ;)

      Bjs

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    2. Também estou curiosa com essas duas, vá-se lá saber porquê xD

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    3. lol, estas cronicas estão a deixar-me cada vez mais curioso com o que ai vem e vamos lá ver como duas Madeirenses (quem sabe se não será importante a Guardiã ler isto) que sei lá.... habitam uma pequena ilha na Madeira oculta a todos os Madeirenses e só acessível a certas pessoas, bem bem criatividade não falta á nossa amiga Guardiã do Tempo...Cata e Jojo, promete ;)

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    4. lol,

      Como te compreendo, somos admiradores do seu talento especial :D

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    5. Woowwww nª2 ou como se diz na minha terra uaaaaaaaaauuuu!:p

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    6. Ois miga,

      Ainda bem que gostes, é o objetivo eheeh

      Vamos ver o que se segue :D

      Bjs

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  4. Parabéns Maria Rita pelo texto M A R A V I L H O S O que escreveu, assim como disse José, gostei muito como vc associou os personagens com as pessoas que que considera, acrescento que o texto está muito bem escrito, e gostaria de ver outro textos seus aqui Maria Rita. E parabéns Fiacha pela iniciativa de escolher algumas pessoas para escreverem em seu blog, pois só o está enriquecendo. Vou postar aqui uma das partes que mais gostei no texto, pois acredito piamente nisso: " Porque fazemos todos parte de um grande mundo, em que cada um, é uma peça que permite o equilíbrio, a sustentabilidade e harmonia de um todo."

    Mai uma véz: parabéns aos dois! :D

    Abraços e boas leituras!

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    1. Ois Amanda,

      Só para esclarecer que este texto é uma homenagem á amizade minha e da Maria Rita, logo os créditos vão inteiros para a Guardiã do Tempo, sem a menor duvida.

      Mais que tudo, ainda bem que gostaste ;)

      Bjs

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  5. Desculpe pela má interpretação, de quem é quem, mas ratifico que o texto é lindo, e novamente pergunto, quem é a Guardiã do tempo? :P

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  6. Wowwww Parabéns raposa!
    As aventuras destes três amigos estao cada vez melhor. Muito bem escrito e desenvolvido. O pergaminho assenta muito bem. Este conto esta a deixar-me deveras curiosa. O que seguirá!?
    Bjs

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    1. Luisa, como digo em baixo, a raposa nada tem a ver com este texto lindo ^_^
      parece-me que somos muito mais do que três amigos, passam a quatro e todos vós também me parece que entram neste grupo :) que achas Fiacha?

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    2. Pequeno Lince,

      Verdade créditos para a nossa amiga Guardiã do Tempo e que fique claro não tenho a menor duvida que a amiga Caminhante / Raposa, faria algo tão bom ou igual ao exercício apresentado, mas já contribui com mensagens como colaboradora / administradora logo não lhe quis pedir este exercício, mas tenho a certeza que escolhi bem e estou muito contente :)

      O que se segue, quem sabe a história de uma menina que vive nas serras ibéricas apaixonada e lutadora para preservar esse belo felino de nome lince, quem sabe ? Eu não ;)

      Sem duvida Caminhante, todos são importantes, mesmo os que não comentam e apenas visitam o blog ;)

      Mas a amiga Guardiã do Tempo é especial e sabes bem disso :D

      Bjs

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    3. Peço desculpa pela minha confusão. Eu estava mesmo confusa a pensar para com os meus botões -" humm a raposa e a Guardiã são a mesma pessoa!?"-
      Afinal a raposa caminhante e uma mensageira da Guardiã.
      Ai Fiacha devia de giro ahaha a menina protectora dos linces. Que tem o dom de comunicar com eles.
      Estou deveras entusiasmada para saber o que se segue. E honestamente saber quem é a guardiã. Sua escrita é muito boa. A mim faz-me sentir como se fizesse parte dela. Até me imagino no grande salão de janelas grandes e com uma raposa um corvo e um Dragão. Rodeada de livros e pergaminhos.
      Acho que até sei quem seja esta guardiã mas guardo para mim. Fico a espera da sua chamada. :))))

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    4. Olá pequeno lince ;)

      Nada a desculpar é normal pois a caminhante é apenas a portadora de cada pergaminho, no fundo a eleita ou como lhe costumo chamar * A que brilha* :D

      Quem sabe, não está nas minhas mãos mas mais cedo ou mais tarde farás a tua aparição ehehehe

      Acho muito bem, um elfo e terás a tua chamada sem duvida ;)

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  7. Olá
    Que não haja confusões, a raposa nada tem a ver com este texto fantástico, nem com os outros que se seguirão :)
    Apenas como disse ao ínicio, a manha (bem dizias tu que eu era manhosa Fiacha!!) permitiu-me entrar em contacto com a Guardiã do Tempo e poder trazer até vós os seus pergaminhos.
    Sou um afortunado e feliz elo de ligação entre os tempos :D
    Está muito bom, sem dúvida, bem lindo o texto e todo o mundo fantástico de Fiacha (aqui Terra e não Corvo). A ideia ´de a nossa amiga Queen_fire desenhar e pintar as paisagens é excelente.
    muitos parabéns Guardiã do Tempo e cá esperamos por mais :P

    beijinhos

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    1. Olá amiga Caminhante,

      Muito agradecido por seres a portadora destes pergaminhos, embora sejas a primeira a contemplar estes belos textos, ajudas a que seja surpreendido, como gosto e tenho levado com cada KO de vocês três, rico grupo que aqui se juntou eheheh

      É verdade faz lembrar Sevenwaters (de onde Fiacha é originário) mas que enquanto personagem é o corvo negro (surpresa ehehe) com uma escrita mágica, sinceramente neste texto há magia :)

      Sem duvida venham mais, mas nada de pressionar, se for um por semana já é muito bom, o importante é estar satisfeita com o exercício ehehehe

      Bjs

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  8. Olá!

    O texto é maravilhoso! Fico imensamente feliz por lê-lo! É fantástico =)
    Gostei imenso das descrições dadas ao que "me" rodeia e às características. Sublime. A escrita é de uma doçura sublime e perfeita, parece uma canção. Está excelente.

    Gostei muito do Fitz e da Moli. Sem dúvida são das minhas personagens favoritas e foi um prazer vê-las personificadas aqui, como lobitos. Ideia excelente. A "minha casa" também é deslumbrante. Um lugar mágico e de extrema beleza, com todo um ambiente surreal e "antigo", sim "antigo" é uma boa definição que me faz lembrar os tempos antigos dos druidas e assim. Muito bom!

    Gostei imenso do pedido. Está muito bem escrito, com enorme delicadeza, beleza e melodia! Lindo =)

    Sim senhora! A Guadiã do Tempo é fantástica e espero continuar a ler esta maravilhosa aventura com grande deleite. Continua a transportar esta magia do tempo antigo para o presente, pois é um presente para nós podermos ter-lhe acesso!

    Beijinhos e continua!

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    1. Olá Maria Rita ou Rainha das Abelhas como queiras :D

      Faço minhas as tuas palavras, um texto mágico e que sem duvida encanta e uma justa homenagem seres a 1ª escolhida, apenas dei uma sugestão que tivesses dois lobitos com os nomes de Moli e Fitz, de resto créditos todos para a nossa amiga Guardiã, espero que tenhas gostado e que a história tenha continuação, eu proprio não sei o que irá acontecer, vou deixando uma pista ou outra caso a nossa Guardiã necessite de algum auxilio dou mas se ela depois aporveita ou não é com ela, como foi o caso dos lobinhos ehehe

      Fico muito contente por teres gostado, é um pouco tambem a nossa amizade e claro dá para ver que foi feito com gosto e carinho ;)

      Bjs

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    2. Olá Fiacha =D

      e que boa sugestão tu deste! Os lobitos estão fantásticos, como tudo na história.
      Gostei muito, muito, muito. Fiquei muito feliz.

      Sim, completamente! :)

      Bjs

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    3. Quer as anteriores como estas palavras são o mais importante para mim, estares feliz e contente, amiga Rainha das Abelhas ehehehe

      E que rica casa habitas ehehe, vamos ver quem se juntará a nos no salão eheheh...quero o lobito Fitz como oferenda ehehe

      É caso para dizer que a Guardiã transborda talento e claro tem a sua manha :D

      Bjs

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  9. Olá meu amigo,

    Mais uma vez digo UAuuuuu!!! Fiquei fascinada, ao mesmo tempo que lia as imagens iam-se seguindo na minha mente, confesso que até estou agitada, tão maravilhosa é a narrativa.


    Beijocas

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    1. Olá Angelina,

      Sendo tu uma seguidora que quase nunca falha um comentário acredito que terás um texto ou digamos sejas enquadrada na história, vamos ver quando e como :D

      Fico contente que tenhas gostado e acredito que motive ainda mais a nossa Guardiã do Tempo ;)

      Bjs

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  10. Olá :)
    O mundo da Maria é um lugar fantástico, muito brilhante, e sem dúvida que faz lembrar lugares que além de mágicos, pela sua beleza, de uma natureza farta e exuberante, traz nela, saberes que sentimos só por a conhecermos (tal como Sevenwaters Fiacha :)
    É uma bonita homenagem ao talento da Maria que pelo seu sorriso e desenhos maravilhosos, ajudam a construir um livro tão recheado de magia, e que, sem dúvida nos permite deambular por histórias que tanto adoramos ler.
    Beijinhos :D

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    1. Olá miga,

      Sem duvida que foi um texto excelente e a lenbrar Sevenwaters, aquela magia como apenas a Juliet Marillier sabe transmitir...pronto e Robin Hobb criadora das personagens Moli e Fitz ehehe

      A ver se és comtemplada, nao acredito que um pisco, ave tão pequena e corajosa, não tenha espaço nesta história ou direito a um texto....nem eu deixava a Guardiã esquecer-se de ti, mas pronto ela embora ceda a uma ou outra coisa é soberana, ela decide, é o combinado ;)

      Fico contente que tenhas gostado :)

      Bjs

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    2. Amigo Fiacha eu não sabia de onde vinham os nomes dos lobitos. É curioso que peguei há poucos dias no primeiro livro da Hoob. Só parei para ler a leitura conjunta. Portanto vou ter a possibilidade de descobrir o Fitz e Moli.

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    3. Olá miga,

      Tenho a certeza que irás adorar conhecer as várias personagens marcantes de Torre do Cervo ;)

      Não tarda, não tarda conhecererás ambos eeheheh

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  11. Não sei que é a nossa misteriosa Guardiã do Tempo, mas os meus parabéns pelos textos muito bonitos. Quem será que nos irá fazer companhia a seguir? :)

    Um abraço

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    1. Ois Marco,

      Uma amiga nossa elfa e porque não a hostória do dragão negro ? Olha que se calhar até tinha muito para ser contado ;)

      Mas compreendo-te vamos ver quem vem a seguir :D

      Abraço

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  12. Eu não sei quem é a Guardiã... mas que escreve muito bem, isso é uma verdade!! Gostei muito do que li, e de conhecer a primeira convidada... Venham mais! ^^

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  13. Olá amiga Nádia,

    A amiga Guardiã é uma elfa muito fixe, observadora, j+a deu para perceber, será que o Ban (teu gatinho) será por ventura convidado para se juntar a Fitz e a Moli para a brincadeira ?

    Uma coisa é certa acredito que veja que sejas uma das mais regulares presenças no blog, logo, prepara-te ehehehe

    Ainda vais ser uma vila ehehe

    Bjs

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  14. Parabéns por este magnífico texto, carregado de energia e de sensações mágicas.
    Prometo ficar muito atento ao que aí vem.....

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    1. Viva Nuno,

      Ainda bem que gostaste e quem sabe não sejas contemplado, nunca sei o que ai vem, para ti deixo a seguinte pista á amiga Guardia, se ela a utiliza ou não será surpresa ;)


      "Falcão que se atreve com garça guerreira, perigos espreita"

      Abraço e vanha o seguinte eheheeh

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  15. Parece que já tudo foi dito, resta-me talvez o Fantáaaaaaaaaaastico!
    Parabéns Fiacha, é desta forma que se divulgam bons escritos e boas criações.
    bj

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    1. Olá Clarinda,

      Ainda bem que gostaste :)

      Sem duvida e ainda por cima de pessoas que tanto admiramos ;)

      Bjs e boas leituras

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  16. Também adorei o texto, especialmente a parte inicial que considerei fantástico e o tributo não só à querida Maria, mas também às fantásticas personagens Fitz e Moli. Parabéns por este fantástico texto e continua a deslumbrar-nos com as tuas histórias Guardiã. :)

    Beijinhos

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    1. Olá miga,

      as tuas palavras, acredito, só servem para incentivar ainda mais a amiga Guardiã, fico muito contente que tenhas gostado e sabes o quanto a nossa amiga Maria gosta do Fitz e da Moli ehehe

      Bjs

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  17. Olá olá!

    Opah… que giro! Estou completamente maravilhada com estes pergaminhos :) Muitos parabéns à Guardiã por nos proporcionar estas pérolas num meio de dias tão intensos :) Parabéns pelo talento! O texto está fantástico!

    Fiacha… tens aqui uma escritora bem especial :)

    Parabéns à Guardiã e parabéns à Maria_queenfire por ter sido a feliz contemplada :)

    Beijinhos

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  18. Viva golfinho,

    Ainda te falta ler o inicial mas acima de tudo vejo que estás a gostar e isso é o mais importante :)

    Sem duvida e tu propria ainda hoje deste um continuto ao blog tambem especial, tenho a certeza que a Guardiã não ficará indiferente vais ver ;)

    Bjs

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  19. Estou um bocadinho atrasada na leitura... mas gosto muito das imagens que o texto descreve, apesar de achar algumas descrições um pouco pesadas pelo facto de não haver mais interacção, digamos. Parece que o leitor está somente a observar. Seria interessante fazer com que o leitor se sentisse dentro do texto.

    Um abraço!

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