segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Vencedora do passatempo "O Poço da Ascenção" de Brandon Sanderson



E já temos vencedor do passatempo do livro "O Poço da Ascenção" de Brandon Sanderson que foi a Sílvia Pedro, parabéns à vencedora ao qual já enviei mail a informar e a solicitar os dados para envio do livro.

Agradeço a todos os que participaram, não desanimem que poderá haver novas oportunidades em breve.

Agradeço ainda à Saída de Emergência o ter-me proporcionado esta oportunidade.

sábado, 24 de janeiro de 2015

"A Cativa" de Manuel Alves



Opinião da amiga Stark Paula Pinto :


Este “A Cativa” é apenas o primeiro de uma saga de cinco volumes, mas é muito promissor. Com um ambiente sombrio e por vezes assustador mas, ao mesmo tempo, envolvente e irresistível, é uma história que vai muito para além do fantástico e do terror. Aliás, entre teologia e filosofia, quer-me parecer que ainda aparece por lá uma pincelada de FC! Basicamente, é um livro dos diabos! ☺
Já conhecia a escrita do Manuel, mas nunca tinha lido nada com esta dimensão, quer em tamanho, quer em ambição, mas o ligeiro receio que sentia era totalmente injustificado. Sim, podem vir os demónios puxar-me os pés à noite, por duvidar do Mestre! ☺ É que, salvo um início algo confuso, a escrita continua simples, sem artifícios exagerados, e, ao mesmo tempo, fluída e envolvente. E, adequadamente, ainda somos brindados com algumas “piscadelas” de malícia e humor negro, que só lhe dão ainda mais “calor”.
O grande desafio do livro é o seu enredo complexo, bem como a sua estrutura pouco linear. Cedo nos apercebemos que há milhares de anos de história e de memórias que desconhecemos e que são peças fundamentais para compreendermos o que está a acontecer. A ponta do véu vai sendo puxada muito lentamente, e, às tantas, quando pensamos que estamos prestes a desvendar algo, trocam-se as voltas, e nada é como pensávamos. Enquanto isso, as personagens vão, para nosso contentamento, crescendo em complexidade e malícia. E que personagens! Adorei ver Lúcifer numa luta constante com Wulfric pelo protagonismo! Ambos são personagens de grande envergadura, que ao longo do livro se enfrentaram constantemente pelo lugar de meu favorito, numa relação cheia de matizes e reviravoltas.
E, enquanto me deliciava com o desfile de personagens, as peças do puzzle começaram a encaixar, e o final foi excelente, com os acontecimentos ao rubro, como a história pedia! É verdade que nem tudo fica explicado, mas este primeiro volume funciona como um todo bastante coerente.
E “A Cativa”, ganha ainda noutra frente: a forma como o autor usa material potencialmente sensível, como crenças e valores da religião católica, sem instigar polémicas desnecessárias e sem se armar em intelectual, o que seria fácil, numa história em que as personagens são homens da Igreja e o Diabo, e até Deus e o Inferno não são exatamente como nós pensávamos! É verdade que é só querer: há nesta história questões interessantes que poderiam ser levantadas. Mas, na minha opinião, apesar de essas potenciais questões lhe conferirem ainda mais qualidade, ela não precisa delas para brilhar.
Especulações à parte, e para quem ainda tem dúvidas: não tenham! Pode não se gostar do género fantástico, pode não se gostar de histórias com violência, morte, e traições, por muito empolgantes que elas sejam. Mas que ninguém duvide que estamos perante um escritor talentoso, versátil e com as doses certas de ambição e humildade. E, pela sua versatilidade artística, não faltam obras do Manuel Alves para conhecermos, e nem todas elas são escritas. ☺
Voltando ao “Wulfric”, e para quem gosta do género, “A Cativa” é uma estreia promissora, e é óbvio que esta história ainda tem muito para nos dar. O final deste volume é simultaneamente revelador e enigmático para satisfazer e, ao mesmo tempo, querermos saber mais. E os comentários do Manuel Alves no facebook sobre o que aí vem só serviram para “atiçar” a fogueira. Para quem não se queria aventurar em mais sagas, tenho de morder a língua e admitir que já me estão a fazer penar pela continuação!


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

O Dardo de Kushiel - Jacqueline Carey (reedição) - Divulgação SDE




Sinopse

Um mundo de poetas astutos, cortesãs perigosas, traidores heroicos e uma crueldade verdadeiramente maquiavélica. 

Phèdre é uma jovem nascida com uma marca escarlate no olho esquerdo. Vendida como escrava em criança, é comprada por um fidalgo, Anafiel Delaunay, detentor de uma missão e de muitos segredos. E ele é o primeiro a reconhecê-la como a eleita de Kushiel: uma mulher para quem a dor e o prazer são uma coisa só. 

Phèdre aprende as artes da corte e de alcova, mas sendo observadora e perspicaz, torna-se uma espia talentosa e uma irresistível cortesã. No entanto, Phèdre tropeça numa teia que ameaça os próprios alicerces da sua pátria. A traição mostra-lhe o caminho a seguir, o amor e a honra instigam-na a ir mais longe. Mas a crueldade do destino vai levá-la ao limite do desespero... e para além dele. No meio do ódio e da desconfiança, Phèdre apenas terá uma oportunidade de salvar tudo o que lhe é mais querido.

Como sabem não sou de andar a fazer grandes divulgações, mas esta escritora e esta saga (trilogia em boa verdade) é do melhor que já li e recomendo como bem sabem.

Se ajuda a que venda melhor ser publicado na chancela Chá das Cinco tanto melhor.

Deixo o meu comentário à saga que penso sem spoilers :D

Justiça de Kushiel


Não deixem passar ao lado esta extraordinária escritora, agora podem comprar os seus livros a um preço bem mais apelativo ;)

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Parceria com Editora Bizâncio



Ora viva,

Começo a ano tal como acabou a anunciar mais uma parceria com o blog, desta vez com a Editora Bizâncio, ao qual desde já agradeço a confiança.

Espero estar à altura, pois já são várias as parcerias o que só me coloca mais pressão, ainda assim vai servir para variar um pouco mais as minhas leituras.

Agradeço ainda todo o apoio que me têm dado, sem vocês não seria possível ;)

Este será um dos que vou querer ler, grande capa e grande escritor.






sábado, 17 de janeiro de 2015

O Cavalheiro Inglês de Carla M. Soares



Sinopse:  

1892. Na sequência do Ultimato inglês e da crise económica na Europa e em Portugal, os governos sucedem-se, os grupos republicanos e anarquistas crescem em número e importância e em Portugal já se vislumbra a decadência da nobreza e o fim da monarquia. Os ingleses que permanecem em Portugal não são amados.  

O visconde Silva Andrade está falido, em resultado de maus investimentos em África e no Brasil, e necessita com urgência de casar a sua filha, para garantir o investimento na sua fábrica.  

Uma história empolgante que nos transporta para Portugal na transição do século XIX para o século XX numa descrição recheada de momentos históricos e encadeada com as emoções e a vida de uma família orgulhosamente portuguesa.

Opinião:

Confesso que não era o livro que tinha em mente para a estreia da Editora Marcador, no entanto ao ver que as reações eram bastante positivas, acabei por o escolher e lhe dar a prioridade de leitura.

Foi uma excelente opção, pois acabou por ser uma leitura muito agradável. Por outro lado também cumpriu com o meu objetivo de ler estilos diferentes face ao que estou habituado, logo não poderia estar mais satisfeito.

Fico satisfeito por ver a Editora apostar em escritores portugueses, em livros com personagens lusas e passados em Portugal. Mais uma vez se prova que apenas um livro é suficiente para se escrever uma boa história.

Se é verdade que estamos na presença de um romance, também se pode dizer que estamos igualmente na presença de um romance histórico, tal a forma como nos é feita a contextualização do enredo, algo que me agradou muito, pois demonstra o excelente trabalho de pesquisa e investigação feito pela escritora, uma das suas maiores qualidades.

A história coloca-nos perante uma personagem feminina, forte, numa fase de luta pela igualdade dos direitos das mulheres em Portugal.

Se gostei do enredo e de conhecer melhor o período em que ação decorre, a escrita da Carla proporciona uma leitura muito fluída, é verdade que momentos houve que foi necessário descrever detalhes da época, e aprofundar as personagens, mas nunca achei que fosse demasiado descritivo, contrariamente ao que, por vezes, acaba por acontecer nos romances históricos. Sem dúvida que estamos perante uma escritora com muita qualidade.

Quanto às personagens, acabam por ser o que mais cativam, em especial Sofia, a condutora do enredo, que é uma personagem muito bem desenvolvida, foi crescendo à medida que o livro vai avançando. Chegamos a um determinado momento em que damos por nós a sofrer os seus problemas, a desejar que consiga ultrapassar as dificuldades que se lhe deparam, penso mesmo que ninguém lhe fica indiferente. Mas não só da Sofia se fica cativado a nível de personagens, há outras muito bem desenvolvidas, mesmo algumas das secundárias.

Não quero estar aqui a comentar muito mais até para não soltar nenhum spoiler, mas gostei bastante e mesmo com um final previsível, a forma como a escritora lá chega acaba por ser bem conseguido.

Fica aqui mais um admirador da escritora, pode não ser um livro completamente arrebatador, mas é um livro com muita qualidade e é mais uma prova que temos grandes escritores, só temos que apostar neles e claro ajudar a divulgar. Obviamente que fiquei com vontade de ler mais livros seus

Não deixem passar ao lado este excelente romance, misterioso, enigmático mas também muito realista, recomendado.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Um desabafo... - Maus tratos a animais

Para quem já se habituou às minhas mensagens fofinhas, onde acabamos todos a recordar a nossa infância hoje vou desiludir-vos. Hoje venho com necessidade de desabafar e de deitar cá para fora uma situação que aconteceu comigo e me deixou muito revoltada e ainda hoje não me sai da cabeça. E podem ficar mais aliviados por não ter escrito este post no dia em que tudo aconteceu, pois aí aposto que conseguia por-vos todos com a lágrima ao canto do olho, talvez até os menos sensíveis. Para começar aviso-vos que os mais sensíveis devem retirar-se agora e não avançar mais na leitura. Talvez eu esteja a exagerar mas é melhor avisar já. A única conclusão a que cheguei no meio disto tudo é que eu devo ser demasiado piegas para ter agido como agi, já que até houve quem viesse brincar com os meus sentimentos e gozar com a forma como eu fiquei. 

Tudo aconteceu no domingo passado. Estava um dia solarengo e nem estava muito frio, sequer. Apesar de me apetecer ficar por casa, fui desafiada por uma prima e uma amiga a ir um pouco à esplanada apanhar sol. Parece que estava a adivinhar, ao querer ficar em casa, mas cedi e lá fui eu. Bebemos café e resolvemos ir dar uma voltinha a pé para aproveitar o bom tempo. Ao nos aproximarmos de um cruzamento uma rapariga chamou-nos porque não sabia o que fazer. Estava ali um gatinho atropelado e ninguém fazia nada. Caiu-me tudo aos pés e ainda mais quando olhei e vi o gato no meio da estrada. Estava no meio das duas faixas, sem se conseguir levantar. E os carros passavam normalmente, como se não houvesse ali nada. Só de pensar na cena, já fico triste...

Lembrámo-nos de uma senhora que mora ali perto e que dá comida a alguns gatos abandonados e por acaso o marido dela estava ali perto. Perguntámos-lhe se o gatinho era dele. O senhor foi lá, olhou para o gato e disse "não, não é meu" e assim virou as costas e foi-se embora. Não era dele, logo não importava. Ninguém queria pegar no gato, nem que fosse para o tirar da estrada. Lá fui ao pé dele, estava em volto numa poça de sangue. Era um gato bebé, talvez com 3 ou 4 meses, e até não estava mal tratado. Não estava magro e o pêlo era macio. Reparei que a pancada foi mesmo na cabeça. Alguém lhe bateu e deixou-o ali à sua sorte, como se nada fosse. Já não tinha um olho e notava-se a dificuldade para respirar enquanto o sangue saía.

Enquanto ali estive, no meio da estrada, os carros continuaram a passar como se nada fosse. Lembro-me de uma senhora que colou a cabeça ao vidro do carro, enquanto o marido abrandou para ela poder ver bem a cena e depois seguiram viagem como se nada fosse. Tudo isto me estava a deixar revoltadíssima e a dar voltas ao estômago. Como é que mais ninguém se sentia obrigado a ajudar aquele ser tão pequenino? Ficava ali no meio da estrada, a esvair-se em sangue, até que finalmente tivesse a sorte de morrer, enquanto as pessoas passavam e viravam a cara ou murmuravam "coitadinho" e seguiam as vidas delas. Finalmente ganhei coragem e peguei no gato (o meu único receio era magoá-lo ainda mais - ao contrário das outras pessoas que pareciam ter medo de apanhar sarna) e levei-o para o passeio.

Entretanto chamei a minha mãe, que no que toca a bichos, é uma maricas como eu. No tempo em que esperava por ela, várias foram as pessoas que me disseram coisas como "ele vai morrer, deixa-o e anda-te embora". Como é?? Como ele vai morrer, deixo-o ali sozinho? Como não tem dono, não merece um bocadinho de dignidade? Nunca me senti tão revoltada, incluindo com as pessoas que ali chegaram comigo. Como podem apregoar que gostam muito de animais e que não suportam vê-los a sofrer, se depois são capazes de deixar o bicho sozinho a esvair-se em sangue?? Porque foi mesmo isto que aconteceu... E a única preocupação naquela situação era "quem é que paga??" para chamar um veterinário e abater o gato. Foda-se.... 

Lá chegou a minha mãe que trouxe algumas toalhas para enrolar à volta do gato. Já sabíamos que o mais certo era que o gato não tivesse salvação, por isso precisávamos de um veterinário que lhe desse a injecção e acabasse com o sofrimento do bicho. Ligámos para todos os veterinários de Castelo de Vide e ninguém atendeu o telefone. Nem um. Sim, era domingo, mas já que andam sempre a dizer que fazem consultas de urgência- que são pagas a peso de ouro-, como é que nenhum dos 5 ou 6 que temos cá, atendeu a porra do telefone? Parece que quanto maior é o desespero de uma pessoa, menos ajuda consegue... Tentámos ainda uma clínica em Portalegre onde já sabíamos que a consulta de urgência ia ser caríssima, mas mesmo assim.... Mais uma vez, ninguém atendeu...

Resolvemos ligar ao veterinário dos nossos cães, de quem gostamos muito mas que nesta situação não era prático: o consultório fica em Espanha. Os meus cães são acompanhados lá tanto pelo baixo preço da consulta, como pela simpatia e profissionalismo do médico. Compensa bastante ter que ir até Espanha para isso. Foi o único que se disponibilizou a atender-nos e disse prontamente que podíamos dirigir-nos ao consultório. Com o gato enrolado nas toalhas que iam aparando o sangue, e a minha mãe a segurá-lo bem, peguei no carro e fomos para Espanha. A minha prima e a outra rapariga foram dar uma volta por Castelo de Vide, como se nada fosse. Eu sei que não posso censurar as pessoas por serem frias, mas foda-se....

Ao longo da viagem, que durou cerca de 20 minutos, o gatinho lá foi. Aos pouco ia-se mexendo mais pois devia ter medo do que se passaria à volta dele. Confesso que ainda tinha esperanças que o gato se salvasse. Se houvesse essa hipótese, estava disposta a tratar dele e a recebê-lo cá em casa (juntamente com os outros 5 que eu já tenho - sem contar com os cães!). E a minha mãe também. O importante era que não sofresse mais. Chegadas ao consultório, o médico ficou triste ao vê-lo. Não era mais que um bebé. Tinha um olho a que precisaria de operação e a mandíbula partida. E até se poderia salvar mas os danos da pancada no cérebro seriam irreversíveis. Ele mesmo achou que o melhor seria abater o gatinho. E assim foi, preparou a injecção e em menos de nada acabou-se o sofrimento. 

Fiquei aliviada, mas custou-me tanto... Sei que fiz tudo o que podia para ajudar o gato a não sofrer, mas tudo o que vi, desde o gato deitado na estrada, mais as pessoas a passar e a dizerem-me para o deixar ali à sua sorte, deixou-me muito revoltada. Sou menina para nunca mais olhar para essas pessoas com os mesmos olhos, não duvidem. E ao contrário dos veterinários portugueses que nem foram capazes de atender o telefone, o médico nem nos cobrou a consulta de urgência. E viu-se que ficou abalado com a situação, tal como nós estávamos. 

Ainda hoje penso em tudo isto e me dá vontade de chorar. Penso, vezes sem conta, que ele já não está a sofrer. Que se eu tivesse ficado em casa naquele dia, ele tinha ficado ali na estrada sem que ninguém se importasse. Se fosse uma pessoa, também teriam passado com os carros ao lado, a murmurar "coitadinho" e a seguir viagem? Também iam lá ao pé para dizerem "não conheço" e virar as costas? Porque é que o gato merecia menos que isso? Não é um ser vivo?

Posso chocar muita gente por dizer isto, mas custa-me mais ver um bicho assim, do que uma pessoa. E o domingo passado só serviu para reforçar ainda mais a minha mentalidade. Hoje vim aqui partilhar esta história, porque precisava de desabafar. Sei que nem todos são impressionáveis como eu e que alguns vão achar que eu o devia ter deixado lá a morrer, porque era apenas um gato. Mas não podia deixar de denunciar este caso. Quem me dera saber quem fez tamanha crueldade, que já tinha feito queixa às autoridades... Seja como for, peço desculpa pelo desabafo e pelos palavrões que foram saindo...

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Férias - Viajar

Olá,

Penso que é comum a todos o poder ter a possibilidade de passar umas férias diferentes do que é habitual e aqui o corvo não foge à regra :D

Já tenho a felicidade de morar perto de uma zona bonita e que me proporciona passagem de férias como gosto, na praia e todos os anos vou ao Baleal, perto de Peniche. Imagino quantos não gostariam ali de passar umas férias. Só tenho pena de estar a ficar muito conhecido (Baleal), mas felizmente é uma praia extensa.





Mas os anos passam e a oportunidade de conhecer locais diferentes vai passando, assim espero conseguir ir todos os anos ao Algarve, pois descansamos de forma muito diferente e havendo saúde e emprego penso ser um objetivo que felizmente conseguirei concretizar e gostei tanto de no ano passado conhecer a Fuzeta (perto de Tavira).



Mas gostava de poder conhecer locais diferentes, é verdade que o dinheiro nos dias de hoje faz muita falta mas repito os anos passam e acabamos por nunca ir a lado nenhum. Penso que umas férias bem passadas é muito importante para uma família, são daqueles momentos que não choramos o dinheiro gasto, falo por mim claro.

São vários os destinos que gostava de um dia poder conhecer e claro dentro das possibilidades, Açores, Marrocos, Turquia, Ilhas Espanholas, um cruzeiro a conhecer cidades Italianas ou mesmo Grécia, Barcelona, bom isto já se sabe havendo dinheiro muitas hipóteses surgem :D

Este ano estou a tentar arranjar maneira de ir uma semana a Palma de Maiorca, é um começo e sem grandes expetativas, como dizemos um dia de cada vez e se a oportunidade surgir é aproveitar.

Também consideram que umas férias bem passadas é importante para a nossa vida ?

Partilhem as vossas escolhas, agradeço sugestões, estejam à vontade :)

Nada como ir fazendo planos e ter objetivos :D